Conheça a equipa que está a criar a nova peça da marionet

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Os ensaios da nossa próxima produção "NANO T" já começaram na Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto

Ficha Artística e Técnica

Encenação Alexandre Lemos

Intérpretes: Filipe Eusébio, Lucília Raimundo, Nádia Nogueira

Figurinos e adereços: Joana Cardoso

Banda Sonora: Pedro Augusto (aka Ghuna X)

Iluminação e Direcção Técnica: Rui Simão

Vídeo: Mário Gutiérrez Cru

Fotografia: Francisca Moreira

Penteados: Ilídio Design

Produção Executiva: Lígia Anjos

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marionet em parceria com a ICZERO prossegue Festival Fonlad e 1a Line Up Extension 2012

Fonladlineup
A marionet em parceria com a ICZERO prossegue, nos próximos dias 20 e 21 de Abril, a oitava edição do festival Fonlad 2012 e 1ª Line Up Extension 2012. David R Burns, Mario Gutiérrez Cru são alguns dos nomes que estarão presentes para partilhar vídeo arte e conversas com o público na sexta-feira, 20 de Abril. Sara Évora Ferreira & J. C. Jerónimo do Conflito Estético, Andrea Valência, Sérgio Nogueira e Mr. Bug, Catarina Braga e Jorge Correia apresentam performances no sábado, 21 de Abril, a partir das 22horas, no salão da Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto.

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Dia 20 de Abril

22.00 Apresentação de alguns trabalhos de David R Burns, Artista Multimédia e Professor da Southern Illinois Carbondale University (EUA), seguido de conversa com o artista e Mario Gutiérrez Cru, director do Festival Proyector de Madrid.

23.00 Mostra Internacional de Video Arte do Festival MIDEN (Grécia) (20mn).
"Daily Routine / Hyperform", video performance comissariada por Margarita Stavraki com a participação de Uncut productions & Vanessa Spinassa (Grécia),  Martin Messier (Canada), Anton Hecht (Reino Unido), Rechter Yael (EUA), The ManosBuckius Cooperative (MBC) (EUA) e Micheline Durocher (Canada).

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Dia 21 de Abril

22.00h  “Exercícios poéticos de Desobediência Civil” com Andrea Valencia & Sergio Nogueira
Duração: 10mn

22.20h “Cabaret Bugson” com colectivo (Mr.Bug, Sérgio Nogueira, Catarina Braga e Jorge Correia)
Duração: 15mn

22.35h “Outros Destinos em Volte - Face”: Performers: Declamação - Sara Évora Ferreira & J. C. Jerónimo
Música INFESTUS vj’ing e animação multimédia – Ricardo Matias.

Duração: 40mn

 

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Casting | “Qual é a forma mínima do teatro?”

A companhia marionet procura intérpretes (masc./fem.) com formação e/ou experiência profissional em teatro e/ou dança para integrar o elenco de uma nova produção a estrear em Coimbra no mês de Julho.

A peça será desenvolvida num processo colaborativo que implica disponibilidade para trabalhar improvisação e experimentação sem um texto dramático prévio. Inserindo-se na linha de cruzamento disciplinar entre arte, ciência e tecnologia que a companhia desenvolve na maioria dos seus trabalhos.

Os candidatos devem preparar um solo que responda ou pelo menos se posicione em relação à questão: qual é a forma mínima possível para o teatro ainda ser teatro?
Na proposta apresentada os candidatos devem incluir a manipulação de, pelo menos, um objecto de uso comum.

Para candidaturas pf. enviar currículo, incluindo fotografias e/ou vídeo de trabalhos anteriores para marionet@marioneteatro.com até ao dia 16 de Abril.

Mais informação sobre a companhia em www.marioneteatro.com.

 

 

 

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Vencedores do passatempo

Hoje assinalámos o dia Mundial do Teatro. Este ano decidimos oferecer exemplares de textos que publicámos. Obrigado por nos terem companhado!

Quem respondeu acertadamente às perguntas poderá levantar o seu livro na Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto a partir de quinta-feira, sempre no horário entre as 9h e 14horas. 

Parabéns ao Pedro Dias da Silva, Carlo Patrão, Rui Mamede, à Claúdia Leal, Carla Alexandra Gonçalves e Vânia Moreira Costa.

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No Dia Mundial do Teatro vamos oferecer peças de teatro editadas pela marionet

O dia Mundial do Teatro é sempre um dia de festa para a companhia. Este ano decidimos oferecer alguns exemplares de textos que publicámos. Para participar no passatempo basta aceder, acompanhar e responder acertadamente às perguntas que iremos lançar amanhã na nossa página de facebook. Ao todo vão estar 10 exemplares para atribuir.

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Excerto da entrevista de Alexandre Lemos à revista Via Latina sobre a peça "2 Cyborgs Num Quarto Vazio"


2 Cyborgs num Quarto Vazio explora a relação entre as extensões do nosso corpo, oferecidas pela tecnologia, e a sua influência das relações quotidianas. Hoje, 21, e até ao próximo sábado, Ricardo Vaz Trindade e Costanza Givone sobem ao palco, sempre às 21h30.

Não há texto, certo? De onde partem? A própria improvisação terá de ter uma base...
Não conhecemos o texto com que vamos chegar a palco quando começamos a ensaiar. O que não é a mesma coisa que dizer que não resulta um texto do processo de ensaios. Esta forma é muito próxima daquilo que podemos chamar “devising theatre”, uma estratégia de construção teatral na qual os ensaios são o momento da escrita, de criação por excelência. Numa abordagem mais clássica, o texto com que se vai trabalhar foi escrito num ambiente externo ao da encenação e da montagem do espectáculo, cabendo depois ao encenador fazer essa ponte: propor desafios, gerir a improvisação e tentar canalizá-la no sentido de uma obra. Inevitavelmente desenvolvem-se muitas cenas que acabam por não chegar ao palco, porque não encaixam com o resto da peça. Este processo é, em boa parte, uma variação da forma como a marionet trabalha apesar da mudança que representa ser a  primeira encenação feita na companhia por alguém que não o Mário Montenegro.


Quanto às mensagens que o público poderá extrair, que pistas adiantas?
Vão encontrar dois intérpretes num lugar vazio onde “os cyborgs são treinados para não serem reconhecidos quando estiverem entre nós”.
Um espectador, num ensaio, achou que tínhamos criado um espaço muito vazio, árido, e depois o tínhamos preenchido com um frenezim desesperado, de quem tenta preencher o vazio e não consegue.
(...) Prefiro pensar em algo aberto à interpretação dos espectadores.

E que espectadores poderão ser esses? É um espectáculo dirigido?
Os criadores têm sempre a ilusão de dizer que os seus espectáculos são para todas as pessoas (...). Eu tenho a pretensão de achar que estou a trabalhar para mim. Isto é, para quem está à procura da mesma coisa que eu quando vou ao teatro. Coisas novas, que tenham uma linguagem mais próxima (...) do meu quotidiano – por mais que goste do texto do Shakespeare, na minha vida não há romances de Romeu e Julieta. Daí que esta peça ande à volta da saturação da tecnologia, da grande transformação que sinto no meu corpo e no corpo das pessoas à minha volta, a um ritmo cada vez mais acelerado, e do efeito que isso tem nas nossas relações. Quer de uma forma mais romântica, quer num simples contacto.


Sei que numa sessão do other data club discutiram a ideia de cyborg. O que ficou?
O Other Data Club é um espaço onde partilhamos ideias que, normalmente, não tem lugar na nossa vida.(...)
O Other Data Club foi convocado duas vezes nesta produção. Convidando desde antropólogos a engenheiros especializados em robótica, com ideias muito diferentes do que é um cyborg.
O cyborg foi pela primeira vez usado na conquista aero-espacial, numa estratégia diferente da arquitectónica -pôr cápsulas no espaço nas quais o homem consiga sobreviver. A estratégia cyborg pretende capacitar o Homem de extensões que lhe permitam sobreviver num ambiente adverso. Com a extensão do corpo conseguimos esbater muitas das limitações do ser humano. Como artistas interessa-nos discutir em que é que o ser humano se está a trasnformar.


Por que escolheste trabalhar com estes intérpretes?
Já tinha trabalhado com o Ricardo, que também já trabalhou com a marionet. Tinha muita confiança nas capacidades dele. Gosto muito do que ele põe nas coisas, no quão criativo é e das dificuldades que, como ele diz, é capaz de criar a um encenador. Não se limita a ser um intérprete da vontade de outros. Para o intérprete feminino fiz um casting. A Costanza surpreendeu-me muito. Gostei muito do que vi dela, quer no casting, quer em vídeo. Além disso, apesar de ser relativamente nova, tem já um percurso muito interessante em teatro e em dança.

Essas valências da Costanza, em dança contemporânea e teatro com forte expressão corporal, estão evidenciadas nesta produção?
(...) faz diferença que um intérprete tenha qualidade, treino e experiência.

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Uma paisagem neurológica da marionet

Começou na terça-feira passada, 6 de Março, o ciclo de conferências "Paisagens Neurológicas", organizado por; Isabel Maria Dos, Faculdade de Letras da Universidade de Coimbra e Teatro Académico de Gil Vicente. Na primeira sessão, intitulada "Arte. Ciência e Natureza - para onde vamos?", Mário Montenegro reflectiu sobre a criação do espectáculo Blind Carbon Copy estreado pela marionet em Março de 2011.

A próxima sessão acontecerá no próximo dia 12, pelas 18horas, na Casa das Caldeiras com o tema "Arte e Tecnologia - Novos Media".

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Semana Internacional do Cérebro

No âmbito da Semana Internacional do Cérebro a marionet participa na exposição “O Cérebro a Cores”, organizada pelo Centro de Neurociências e Biologia Celular da Universidade de Coimbra (CNC).

A exposição “O Cérebro a Cores”, patente na galeria de exposições do Dolce Vita Coimbra durante de 5 de Março a 1 de Abril, inclui fotografias científicas de investigadores do CNC e contém também uma instalação que resultou da residência artística que a marionet realizou no CNC em 2010, um cérebro metálico tendo por núcleo artigos científicos de grupos de investigação do CNC e preenchido com a memória dessa residência. Um cérebro composto por conhecimento científico e também pela experiência e visão artística da marionet sobre o trabalho desenvolvido no CNC. O seu peso é de 1.4Kg, o peso médio aproximado de um cérebro humano.

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ENTREVISTA: MARIONET, CASA DAS ARTES, COIMBRA | INDEPENDENT CULTURALSPACES

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Foto: Francisca Moreira em "O Nariz", Marionet 2003

Entrevista a Alexandre Lemos e Mário Montenegro, da direcção da marionet 
com sede na Casa das Artes, Coimbra. A Marionet foi criada em Coimbra no ano 2000 com os objectivos de abrir espaço para o florescimento de novos profissionais nas diferentes áreas da criação teatral, e explorar caminhos artísticos diferentes daqueles que eram então desenvolvidos tanto em Coimbra como no resto do país. Desde Novembro de 2010 estão instalados na Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto na cidade de Coimbra.

1. A Casa das Artes, espaço de criação artística, abriu em Novembro de 2010, na Av. Sá da Bandeira, em Coimbra e alberga 3 associações culturais, A Marionet, A Camaleão e a Fila K Cineclube e pretende ser um eixo de comunicação entre as várias instituições culturais da cidade. Numa análise a médio prazo, que transformações esperam que a Casa das Artes exerça na cidade de Coimbra?

AL - A Casa está situada num eixo muito importante para a cidade. A Av. Sá da Bandeira une muitos espaços e criadores de Coimbra. Esperamos que a Casa seja um ponto de continuidade nesse eixo.

MM - Enquanto espaço público para usufruto de arte e cultura, que contribua para a definição e dinamização de um eixo cultural que se vem definindo de algum tempo para cá e que é delineado pela Av. Sá da Bandeira. Que seja um dos actores na criação eventual de uma zona urbana dinâmica e artisticamente efervescente. Enquanto espaço de criação artística, que seja um centro de partilha de recursos e troca de experiências e que funcione como um possível pólo de incentivo a artistas emergentes.

2. Por definição a Casa das Artes é uma incubadora cultural. A nível de concepção de projectos culturais e artísticos o que representa, para as três entidades que aí têm sede, um espaço como a Casa das Artes?

MM - Para a marionet tem uma valência múltipla. Funciona como espaço de gestão e produção, de criação artística, de exposição pública das criações, de encontro entre pessoas com interesses e ideias próximas. É aqui que se situa o cerne da nossa criação, o espaço onde as ideias que fervilham ganham substância e consistência. 

AL - Até aqui entre tudo o que tínhamos de inventar estava incluído o espaço de ensaios. Digamos que assim poupamos a criatividade para outras coisas.

3. Qual é o modelo de gestão definido para a Casa das Artes?

MM - Neste momento de arranque o modelo de gestão é de partilha de responsabilidades. As três estruturas que habitam a Casa das Artes têm já uma história de relacionamento em ambiente de partilha no contexto da MAFIA - federação cultural de Coimbra, que constitui não só um caso de sucesso de gestão e partilha de equipamento técnico entre entidades culturais, como também estende essa partilha a outras pessoas e estruturas não federadas. A gestão da Casa das Artes é uma extensão desse modo de relacionamento entre entidades, sendo a utilização da Casa resultado da articulação das necessidade e vontade de cada uma das residentes.  

AL - Temos também a entrega regular de projectos  e relatórios destes projectos à Fundação Bissaya Barreto como grande regulador do funcionamento da Casa. Depois funcionamos entre as associações como uma espécie de cooperativa, com regras e estratégias que se vão definindo ao longo do tempo e sobretudo das necessidades.

4. Enquanto directores da Marionet - Associação Cultural, como defines o valor da cooperação entre os agentes culturais independentes hoje em dia? Quais podem ser os principais motivos para fortalecer esta relação?

MM - A partilha de recursos num contexto, como é o das Artes, de permanente escassez de financiamento, é um modo inteligente de sustentar a actividade de estruturas de pequena e média dimensão. A cooperação tanto ao nível da partilha de equipamentos móveis e imóveis, quer para a fase de criação quer para a de exposição de trabalhos, como ao nível de recursos humanos ou know-how específico, permite tornar a criação artística relativamente independente de meios financeiros substanciais e fomenta a troca de experiências e consequente crescimento artístico. A circulação das criações, facilitada por uma rede cooperativa de espaços, ajuda ao aumento da visibilidade dos artistas e das suas redes de contactos.

5. Qual é a situação actual da Marionet - Associação Cultural no que se refere a modelos de financiamento e qual é a vossa relação com o Ministério da Cultura ou outras instituições públicas, como por exemplo com o Município de Coimbra? Exploram novas possibilidades de financiamento?

AL - Depois de ter sido apoiada pontualmente pelo Ministério ao longo de vários anos a companhia tem agora apoio sustentado aprovado até ao final de 2012. E, está prestes a assinar um protocolo com a Câmara Municipal. Estes apoios vêm complementar a ligação forte que já tínhamos a diversas instituições ligadas às artes e às ciências.

Além disso estamos a tentar construir uma rede de itinerância que traga uma maior visibilidade ao nosso trabalho, sobretudo junto dos públicos que já tinham mostrado interesse no nosso trabalho mas onde não conseguíamos levar os nossos espectáculos.

MM - Uma preocupação sempre presente é a tentativa de diversificação de apoios e parcerias como forma de evitar a dependência excessiva de apenas uma fonte de financiamento. Gradualmente temos vindo a ampliar a nossa rede de relacionamentos, com particular destaque para instituições ligadas à Ciência e à Educação.

6. Que vantagens teria a Casa das Artes, e as associações que acolhe, uma colaboração com outros espaços culturais independentes da Península Ibérica?

AL - Uma parte importante do futuro da marionet passa por fazer circular o seu trabalho numa rede suportada por afinidades artísticas e no sentido inverso acolher trabalhos e criadores com que nos identificamos. A Casa das Artes deve servir também para isso.

As outras estruturas que ocupam a Casa parecem ter objectivos muito similares pelo que podemos ainda beneficiar todos do contágio positivo desses eventuais acolhimentos.

MM - Entre os benefícios para as estruturas vejo uma maior visibilidade para o seu trabalho, a partilha de ideias e experiências e a possibilidade de colaborar criativamente com outras entidades artísticas. A Casa das Artes, em si, poderá ganhar uma maior vitalidade enquanto palco possível de um conjunto de manifestações culturais mais alargado.

Esta entrevista foi publicada no âmbito do projecto Identificação, Cooperação e Internacionalização de Espaços Independentes (Portugal & Espanha) encontra-se originalmente em http://www.culturaindependiente.com

 

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marionet recebe na Casa das Artes sessão especial do “Double Bill - Ciclo de Música”

Esta semana o Double Bill - Ciclo de Música, que comemora dois anos de actividade, traz a Coimbra o duo Joel Grip e Pierre Borel num concerto de música improvisada que terá lugar quinta-feira, 23 de Fevereiro, pelas 22horas, no salão da Casa das Artes.
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Em plenas celebrações, o contrabaixista Joel Grip e o saxofonista Pierre Borel apresentam pela primeira vez os seus mais recentes trabalhos num concerto que terá lugar quinta-feira, 23 de Fevereiro, pelas 22horas na Casa das Artes da Fundação Bissaya Barretto pelas, em Coimbra. O contrabaixista Joel Grip e o saxofonista Pierre Borel são duas figuras de proa do jazz e da música improvisada europeia. A dupla internacional encontra-se em digressão no nosso país e apresenta em Coimbra trabalhos influentes na emergente cena da música improvisada a nível europeu.
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Joel Grip dedica-se à exploração do seu instrumento a solo, duo ou no contexto de ensembles de improvisação. Interessado em formas inovadoras de acção colectiva por parte de músicos, fundou a editora Umlaut Records, cujo principal objectivo é o desenvolvimento da capacidade dos criadores fazerem circular o mais amplamente possível as suas obras. Desde 2003, tem sido um dos principais organizadores do Hagenfesten em Dala-Floda, na Suécia.
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Pierre Borel é instrumentista e compositor parisiense, trabalha no campo da música improvisada e experimental. Tem actuado em grande parte do território europeu, Japão e Estados Unidos. É um parceiro regular de músicos como Tobias Delius, Hannes Lingens, Derek Shirley, Tetuzi Akiyama, Christoph Kurzmann e Didier Lasserre, entre outros. Obteve o grau de Mestre em Jazz em Berlim, em 2008. Desde então, tem levado avante um conjunto de questionamentos no âmbito da criação musical e da estética nos seus estudo de Filosofia (Paris).
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Quinta-feira 23 de Fevereiro | 22h00 | Casa das Artes da Fundação Bissaya Barreto
O preço de entrada é de 3€ para estudantes e profissionais das artes, do espectáculo e das ciências, 4€ para público em geral.
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